E mais um carnaval aporta nas minhas primaveras (bonito isso, né?). Possivelmente ei de me entregar, já que no auge dos meus 40 anos, ainda me resta algum tipo de disposição. Fico me lembrando dos carnavais do passado em que as comemorações eram bem mais diferentes, sempre se lançavam músicas (Luiz Caldas era de praxe), aprendíamos novas dancinhas, rebolávamos em diversos ritmos, era realmente uma beleza.
Adoro me fantasiar e decidir que traje optar não é uma tarefa simples.
Nacionalidade? Ah só se for de burca – bem azul. Já pensou ver o carnaval por aquela telinha?
Sempre me sugerem para usar uma colombina bem bufante, mas, no dia que isso eu fizer tenha certeza estarei surtada sendo porta estandarte do Bloco da Saudade.
No quesito animal, por exemplo, nada de animais no diminutivo: coelhinha, oncinha, gatinha, tigrezinha… ridículoooo. Fica o mulherio se exibindo fazendo cara de quem está passando as garras ou com as mãos juntas apontando pra baixo imitando um coelho, é demais para meu juízo. Para essa alternativa, só me resta os jurássicos, suínos, bovinos, sem nenhum glamour.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
O carnaval
Postado por
Maria da Apoteose
às
07:40
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